A TERCEIRA DAMA BREGA E CHEQUE
*Vinicius Carvalho - Historiador/Vascaino/Pagodeiro e nas horas vagas Cronista(Cria de Duque de Caxias)
A Micheque Bolsonaro é, disparado, a primeira-dama mais estúpida e cafona da história da república.
O Saco de Merda dela ainda nem assumiu e ela já mandou tirar obras sacras da Alvorada, já confundiu misoginia com xenofobia, já tirou foto na frente do quadro de primeiras-damas do mundo fazendo símbolo de arma (vocês imaginam a Dona Ruth Cardoso, Dona Marisa Letícia, Carla Bruni, Michelle Obama ou a Brigitte Macron fazendo uma breguice dessas?) sendo que no lugar da foto da Evita Perón era a atriz que a interpretou no cinema.
Serão 4 anos de vergonha, gafe e pagação de mico pela frente. Eu não acho isso engraçado. Eu já acreditei nesse país. Burrice me faz mal. Isso vai ser um inferno pra mim.
A camiseta de primeira-dama mais polêmica da república, até então, tinha sido a camiseta da Lilian Ramos ao desfilar no carnaval com o Itamar Franco, não pela camiseta em si, mas por não ter nada por baixo e deixar sua perequita conhecida por toda a federação. A primeira-dama de todos os adolescentes dos anos 90.
A Micheque Bolsonaro representa tudo o que não presta em um país de terceiro mundo e colonizado como o Brasil:
- é o ex-bbb em busca de holofotes, é A Fazenda, é o espectador do Panico, é o Carioca do Pânico, é o Pânico inteiro e tudo de ruim que ele representa, é o Rei do Camarote, é o playboy de subúrbio se comportando como um vira-latas num voo Rio-Miami, é o morador da Barra da Tijuca que espanca puta na rua, é o filho de desembargador que queima mendigo, é o Twlves, o macaco de estimação do Latino, é a capa do meia-hora, é o Batman das manifestações, são as velhas fascistas do grupo Alerta Leblon, é o Toninho do Diabo debatendo com o INRI Cristo no programa da Luciana Gimenez, é o Louro José, é o pobre que se humilha em troca de esmolas no programa do Luciano Hulk, é uma caravana de alguma cidade triste e fascista do interior de São Paulo a caminho do programa do Silvio Santos, é a Igreja Universal, é o sertanejo universitário, é o ex-namorado ou ex-marido que mata a ex-esposa, é o agronegócio, é o dono de fazenda de soja transgênica, é a Havan, é o Tropa de Elite, é o Felipe Melo e o Felipão, é o novo corte de cabelo e a nova dancinha do Neymar, é algum digno de pena indo fantasiado de Capitão América para se estapear no Aniversário do Guanabara em troca de cerveja, é a Suzana Vieira chorando no programa do Faustão, é o Jornal Nacional, é a família do Sérgio Moro passeando pelo Batel, é a orgia do Eduardo Bolsonaro com a Joice Hasselman, é a Rachel Sheherazade e o Danilo Gentili, é o bar lotado pra ver o final de Avenida Brasil, é o cara que rouba o relógio e o tênis de uma vítima de atropelamento e acha que isso é malandragem, é o jovem de periferia entrando em depressão e se endividando com agiota para tentar ostentar porque foi assim que o mais novo clipe de ostentação lhe ensinou, é o hétero topzera que todo dia tira foto dirigindo o carro, é o coitado que faz selfie em camarote, é o cara que acha que Campos do Jordão é Genebra, é o cara que contrata um álbum de 365 fotos no Hotel Fasano de Ipanema para alimentar o Instagram por um ano, é a teoria da prosperidade, é o Silas Malafaia, é o Padre Paulo Ricardo, é o Olavo de Carvalho, é o João Dória apresentando desfile de Poodle, são os pobres que acham que são ricos e que usam do jeitinho para prejudicar necessitados de verdade, é a geração de youtubers, ela é a cara do brasileiro que votou no seu estrume ambulante, é...enfim, a mulher que se apaixona pelo Bolsonaro.
É a cara de tudo aquilo que é culturalmente desqualificado, pérfido e baixo no Brasil, que as pessoas amam romantizar sob o argumento de que "cultura não pode ser hierarquizada".
A Micheque Bolsonaro é, disparado, a primeira-dama mais estúpida e cafona da história da república.
O Saco de Merda dela ainda nem assumiu e ela já mandou tirar obras sacras da Alvorada, já confundiu misoginia com xenofobia, já tirou foto na frente do quadro de primeiras-damas do mundo fazendo símbolo de arma (vocês imaginam a Dona Ruth Cardoso, Dona Marisa Letícia, Carla Bruni, Michelle Obama ou a Brigitte Macron fazendo uma breguice dessas?) sendo que no lugar da foto da Evita Perón era a atriz que a interpretou no cinema.
Serão 4 anos de vergonha, gafe e pagação de mico pela frente. Eu não acho isso engraçado. Eu já acreditei nesse país. Burrice me faz mal. Isso vai ser um inferno pra mim.
A camiseta de primeira-dama mais polêmica da república, até então, tinha sido a camiseta da Lilian Ramos ao desfilar no carnaval com o Itamar Franco, não pela camiseta em si, mas por não ter nada por baixo e deixar sua perequita conhecida por toda a federação. A primeira-dama de todos os adolescentes dos anos 90.
A Micheque Bolsonaro representa tudo o que não presta em um país de terceiro mundo e colonizado como o Brasil:
- é o ex-bbb em busca de holofotes, é A Fazenda, é o espectador do Panico, é o Carioca do Pânico, é o Pânico inteiro e tudo de ruim que ele representa, é o Rei do Camarote, é o playboy de subúrbio se comportando como um vira-latas num voo Rio-Miami, é o morador da Barra da Tijuca que espanca puta na rua, é o filho de desembargador que queima mendigo, é o Twlves, o macaco de estimação do Latino, é a capa do meia-hora, é o Batman das manifestações, são as velhas fascistas do grupo Alerta Leblon, é o Toninho do Diabo debatendo com o INRI Cristo no programa da Luciana Gimenez, é o Louro José, é o pobre que se humilha em troca de esmolas no programa do Luciano Hulk, é uma caravana de alguma cidade triste e fascista do interior de São Paulo a caminho do programa do Silvio Santos, é a Igreja Universal, é o sertanejo universitário, é o ex-namorado ou ex-marido que mata a ex-esposa, é o agronegócio, é o dono de fazenda de soja transgênica, é a Havan, é o Tropa de Elite, é o Felipe Melo e o Felipão, é o novo corte de cabelo e a nova dancinha do Neymar, é algum digno de pena indo fantasiado de Capitão América para se estapear no Aniversário do Guanabara em troca de cerveja, é a Suzana Vieira chorando no programa do Faustão, é o Jornal Nacional, é a família do Sérgio Moro passeando pelo Batel, é a orgia do Eduardo Bolsonaro com a Joice Hasselman, é a Rachel Sheherazade e o Danilo Gentili, é o bar lotado pra ver o final de Avenida Brasil, é o cara que rouba o relógio e o tênis de uma vítima de atropelamento e acha que isso é malandragem, é o jovem de periferia entrando em depressão e se endividando com agiota para tentar ostentar porque foi assim que o mais novo clipe de ostentação lhe ensinou, é o hétero topzera que todo dia tira foto dirigindo o carro, é o coitado que faz selfie em camarote, é o cara que acha que Campos do Jordão é Genebra, é o cara que contrata um álbum de 365 fotos no Hotel Fasano de Ipanema para alimentar o Instagram por um ano, é a teoria da prosperidade, é o Silas Malafaia, é o Padre Paulo Ricardo, é o Olavo de Carvalho, é o João Dória apresentando desfile de Poodle, são os pobres que acham que são ricos e que usam do jeitinho para prejudicar necessitados de verdade, é a geração de youtubers, ela é a cara do brasileiro que votou no seu estrume ambulante, é...enfim, a mulher que se apaixona pelo Bolsonaro.
É a cara de tudo aquilo que é culturalmente desqualificado, pérfido e baixo no Brasil, que as pessoas amam romantizar sob o argumento de que "cultura não pode ser hierarquizada".


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